Mais tarde, chegou o Gabriel Bacelar, de Belo Horizonte. Decidimos então despachar as bagagens, pois era muita coisa para carregar. Escolhemos nossos assentos no avião para que sentássemos todos juntos.
Comemos algo no Starbucks, e encontramos com mais um dos Au Pairs, Carlos ( Kaé ) Onofre, de São Paulo, que estava com a família e alguns amigos.
Decidimos ir para o portão de embarque, tirei a tão sonhada e esperada foto:
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| Day, Gabriel e Eu |
O voo foi longo, cansativo, não consegui dormir muito bem, não achei um jeito confortável para isso. Acompanhavámos nosso voo pela TV no nosso assento, incrível ver que estávamos sobrevoando os Estados Unidos, ou até mesmo o oceano, mas que já nãonestávamos mais no Brasil.
Tivemos também as refeições, jantar e:
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| Café da manhã |
Finalmente, dia 02 de março, 6hrs 30mins, nascer do sol, e lá estávamos nós, sobrevoando Nova York, tudo coberto pela neve, liindo. Hora de começar vestir os casacos para desembarcar. Avião pousando no Aeroporto John F. Kennedy, todo mundo agasalhado, e começa a fila para o desembarque. Na esteira, sentimos o friozinho bater. Seguimos para a imigração. Nervosismo na espera, seria o primeiro contato sério em inglês, claro depois dos skypes com a host family. Na fila, conversamos com outro Au Pair que estava vindo por outra agência. Chegou nossa vez, fui a última a passar pela imigração, mostrei o passaporte, DS - 160, e respondi o que me questionaram: o que eu estava indo fazer nos EUA? Ser Au Pair.
Fomos retirar as malas, e fomos encontrar o motorista que nos levaria para a escola de treinamento, foi fácil, estava ele lá com uma plaquinha: CULTURAL CARE. Fomos ao banheiro terminar de nos agasalhar, casacos, luvas, toca, enfim, tudo para encarar a neve.
Tudo pronto, St. John's University, ai vamos nós. Saímos do aeroporto, muuuito friio,.congelei, principalmente meus pés. Primeiro contato com a neve:
O caminho para a escola de treinamento foi de 1 hora e pouco, me senti em um filme, as casas cobertas pela neve e tão lindas. Meus companheiros conversaram bastante com o motorista, eu entendi quase tudo o que ele falava, mas fiquei quieta, um pouco insegura. Compartilhamos BIS, pra matar a saudade do Brasil rsrsrsrs'.
Chegando na escola, o motorista nos ensinou algo sobre a placa de PARE no trânsito, todas as vezes que encontramos a placa, devemos parar totalmente e ai seguir.
Enfim, desembarcamos do carro, e era hora de carregar as malas escadas acima... E nos preparar para a primeira semana nos Estados Unidos.
Fomos retirar as malas, e fomos encontrar o motorista que nos levaria para a escola de treinamento, foi fácil, estava ele lá com uma plaquinha: CULTURAL CARE. Fomos ao banheiro terminar de nos agasalhar, casacos, luvas, toca, enfim, tudo para encarar a neve.
Tudo pronto, St. John's University, ai vamos nós. Saímos do aeroporto, muuuito friio,.congelei, principalmente meus pés. Primeiro contato com a neve:
O caminho para a escola de treinamento foi de 1 hora e pouco, me senti em um filme, as casas cobertas pela neve e tão lindas. Meus companheiros conversaram bastante com o motorista, eu entendi quase tudo o que ele falava, mas fiquei quieta, um pouco insegura. Compartilhamos BIS, pra matar a saudade do Brasil rsrsrsrs'.
Chegando na escola, o motorista nos ensinou algo sobre a placa de PARE no trânsito, todas as vezes que encontramos a placa, devemos parar totalmente e ai seguir.
Enfim, desembarcamos do carro, e era hora de carregar as malas escadas acima... E nos preparar para a primeira semana nos Estados Unidos.




































